Qual a importância de manter o LinkedIn atualizado?

Qual a importância de manter o LinkedIn atualizado?

A presença nas redes sociais, atualmente, já é indispensável para os profissionais. Muitos recrutadores analisam a participação online dos candidatos antes mesmo da primeira entrevista, por exemplo. Além disso, muitas oportunidades já estão conectadas. Então, manter o LinkedIn atualizado se torna fundamental.

Essa plataforma profissional tem diversos recursos para quem busca traçar um caminho cada vez melhor na carreira. Com o uso correto do perfil, é possível atingir esses e outros objetivos.

Então, veja por que manter o LinkedIn atualizado e confira quais são os pontos de atenção!

O seu perfil ganha relevância nas pesquisas

Um dos aspectos mais importantes sobre o uso dessa rede social é que os perfis são mostrados no Google e em outros mecanismos de busca. Quando alguém pesquisar pelo seu nome ou por algo que esteja em seu perfil, manter a atualização garante maior relevância. Então, você aparecerá acima nos resultados.

Além disso, é um jeito de se destacar dentro da própria plataforma. As pessoas estão sempre pesquisando e seu perfil surgirá com maior frequência se estiver em dia. Então, é um ótimo meio de já sair à frente dos concorrentes.

Os seus contatos o conhecem melhor ao manter o LinkedIn atualizado

Essa rede social não serve apenas como uma vitrine para expor o seu currículo. Ele também é excelente para fazer contatos de valor e, principalmente, consolidar essa aproximação.

Ao manter o LinkedIn atualizado, você deixa seus contatos sempre por dentro da sua carreira. Fez um curso? Concluiu uma especialização? Trocou de emprego? Tudo isso pode ser deixado para que todos vejam.

É um ótimo jeito de receber recomendações para a sua nova habilidade ou de criar um debate produtivo sobre determinado tema. Como resultado, sua relevância entre as conexões fica cada vez maior.

O networking é favorecido por essa prática

As atualizações do perfil são, por padrão, enviadas para os contatos. Ou seja, seus colegas de rede social receberão quando adicionar uma informação ou mudar algo.

Isso é muito importante porque abre um espaço relevante de comunicação com as pessoas. Se alguém curtir o seu novo status ou enviar uma mensagem, você pode se engajar e trocar experiências.

Tão necessário quanto ter um grande número de conexões é garantir que elas sejam valiosas. Dessa forma, é possível tanto reforçar o contato com quem está na sua lista quanto encontrar novas pessoas de interesse, o que favorece o networking.

As chances de receber uma boa proposta se multiplicam

Hoje, a plataforma já é muito utilizada por empresas e recrutadores de todas as áreas. Afinal, uma rede social de currículos é, de certa maneira, um ótimo meio de analisar um candidato.

Ao manter o LinkedIn atualizado, você tem a oportunidade de apresentar um resumo completo e consistente das suas habilidades, dos treinamentos e dos interesses. Quando um recrutador fizer uma busca, vai perceber que fez um curso recentemente ou que adicionou uma nova publicação.

Ao somar isso à relevância nas pesquisas, o resultado é um aumento das chances de receber uma boa proposta para participar de um processo seletivo. É, principalmente, um jeito de aproveitar as possibilidades!

Como já deu para perceber, ao manter o LinkedIn atualizado, você explora ao máximo todos os recursos da plataforma. Não deixe de incluir todas as informações importantes para não desperdiçar nenhuma oportunidade!

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Como acelerar de modo efetivo a sua recolocação profissional

Como acelerar de modo efetivo a sua recolocação profissional

O período de recolocação profissional apresenta uma série de desafios e, para muita gente, pode demorar mais do que seria desejável. Afinal, ficar 3, 4 meses sem uma posição pode ser frustrante emocionalmente, além de danoso para as suas finanças. Mas não precisa ser assim.

Seguindo alguns passos simples e se preparando de maneira adequada, é possível agilizar a sua recolocação profissional e voltar a trabalhar o mais rápido possível. Quer saber como fazer isso? Então siga a leitura!

Pense no que você quer na sua recolocação profissional

Uma das razões que faz com que leve tempo para um profissional encontrar sua recolocação no mercado é que, em muitos casos, ele não sabe exatamente o que busca.

Uma vez sem emprego, o profissional tem basicamente quatro opções:

  • voltar a uma posição menor;
  • buscar uma posição igual;
  • tentar uma posição superior;
  • mudar de carreira.

A primeira opção não é muito recomendada e deve ser tentada apenas em último caso. Já as outras costumam ser as mais buscadas, mas é preciso saber qual seu objetivo de vida, em que empresa quer trabalhar e qual seu próximo passo.

Afinal, você acredita que deve tentar uma vaga igual a que tinha antes ou tentar uma posição acima da sua? Se a ideia é tentar subir um degrau, o que você precisa para isso? Alguma formação ou especialização que você possa fazer enquanto busca por uma oportunidade?

Prepare o seu currículo adequadamente para a busca por vagas

Quando souber o que você quer, o segundo passo é preparar o seu currículo para essa posição. O currículo é a peça essencial na busca por recolocação profissional, mas é, ao mesmo tempo, muito incompreendido. Muitas pessoas acreditam que o currículo faz todo o trabalho, mas a verdade é que ele é apenas uma apresentação sua e do seu histórico.

A ideia é comunicar de maneira simples onde você estudou e qual sua experiência profissional. Por isso, o recomendado é fazer um documento simples e direto ao ponto. Por exemplo, suponha que você tenha trabalhado 5 anos como diretor de arte em uma agência de publicidade e busque por uma recolocação profissional no mesmo cargo.

Não faz muito sentido colocar no currículo o tempo de estagiário em uma agência ou o trabalho como atendente de uma lanchonete quando jovem, por exemplo.

Faça networking com conhecidos e headhunters

Uma maneira de conseguir saber das principais vagas e receber indicações é investir no networking. Esse é o tipo de coisa que você gostaria de ter começado mais cedo, mas sempre há a chance de iniciar.

Peça indicações de conhecidos, vá em eventos e, se possível, se apresente para headhunters, conte suas habilidades e busque saber se há posições para um profissional como você no mercado.

Prepare-se adequadamente para as entrevistas que fizer

Quando conseguir as primeiras entrevistas de emprego, foque-se em se preparar para elas. Isso não significa decorar respostas, mas sim entender o que o recrutador espera de você.

Basicamente, apresente-se, mostre suas habilidades interpessoais e sua personalidade, além de transmitir como você se encaixa nos valores daquela empresa e de que forma pode contribuir com aquela equipe.

Seguindo essas dicas, não vai demorar para você completar a sua recolocação profissional e, logo, dará prosseguimento ao desenvolvimento da sua carreira.

Se você gostou desse artigo e quer conferir mais dicas de como acelerar sua recolocação profissional, curta nossa página no Facebook para acessar o material que postamos por lá!

Como definir as expectativas profissionais

Como definir as expectativas profissionais

Ter as habilidades certas e caprichar no conhecimento técnico são duas ações essenciais para chegar ao sucesso. No entanto, isso não é o bastante. Ao longo da carreira, é preciso fazer escolhas, vencer desafios e até mudar de rumo. Para orientar tudo, é necessário definir as expectativas profissionais.

Elas correspondem ao que você deseja da sua profissão e da própria atuação. Quando não são estabelecidas corretamente, é normal sentir que nada o satisfaz o bastante ou do jeito esperado. Além disso, fica difícil atingir o sucesso.

Então, veja como definir as expectativas profissionais e saiba o que merece a sua atenção!

Trabalhe o autoconhecimento

Por mais que a vida pessoal e a profissional sejam separadas, não dá para dissociá-lo, como indivíduo, da atuação no trabalho. Suas preferências, sua personalidade e até seu estilo de vida afetam as escolhas de carreira. Então, tudo isso tem que ser considerado, o que exige autoconhecimento.

Procure formas de se entender melhor e de forma completa. Ao conhecer pontos fracos, fortes, interesses e aspirações, dá para ampliar a inteligência emocional e, ainda por cima, definir as expectativas profissionais.

Estabeleça objetivos e crie um plano até eles

Em seguida, é preciso compreender o que você pretende alcançar com a carreira. Como gostaria de ser visto no mercado? Qual experiência adoraria agregar ao currículo? Qual é o ponto mais alto que deseja atingir? Estabelecer essas metas é essencial para compreender o que realmente o motiva.

Em vez de apenas elaborar esses objetivos, o melhor é criar um mapa até eles. Elabore um plano para decidir o que deve ser feito para viabilizar esse cenário.

Mantenha o realismo ao definir as expectativas profissionais

Querer chegar mais longe é essencial para que você continue a progredir e a buscar formas de melhorar. Contudo, é preciso ter uma visão realista do que pode, de fato, acontecer.

Decidir que você deseja ser o próximo CEO da Apple talvez não esteja dentro da realidade, diante de tanta competição. Por outro lado, estabelecer o interesse de comandar uma empresa inovadora de tecnologia não está tão longe do mundo real.

Controle a ansiedade e veja o que, de fato, faz sentido para você, para o seu perfil e sua área de atuação. Afinal, se ter tempo com a família é uma prioridade na sua vida, não é ideal se imaginar em uma posição que viaja o tempo todo, certo?

Esteja preparado para mudar as intenções

Tão importante quanto definir as expectativas profissionais é saber que elas não são definitivas. O mercado muda mais rápido que antes e novas profissões surgem com frequência. A cada dia que passa, é difícil projetar o longo prazo da carreira porque as possibilidades mudam frequentemente.

Então, é indispensável que você esteja pronto para alterar suas expectativas — algumas vezes, de forma muito intensa. Com essa adaptação, dá para se manter atualizado com o mercado, suas necessidades e suas oportunidades.

Como já deu para perceber, definir as expectativas profissionais é essencial para conseguir chegar mais longe. Pense nessas dicas, e não se esqueça de estabelecer metas realistas. Com essas dicas, será possível alinhar a sua carreira de acordo com o cenário no mercado.

Agora que você já deu o primeiro passo, não deixe de ler nosso artigo: 3 dicas para elaborar um plano de carreira para continuar o seu aprendizado rumo ao sucesso!

Plano de sucessão: o que é e como as empresas aplicam?

Plano de sucessão: o que é e como as empresas aplicam?

A tomada de decisão e as mudanças na empresa têm que ser muito bem planejadas. Somente com a estrutura adequada é possível ter uma compreensão ampla do que precisa ser feito e de quais são as medidas mais importantes. Entre as possibilidades, está o plano de sucessão.

Implementado pelo RH, ele tem a ver com a continuidade e com a manutenção do sucesso do empreendimento. Portanto, é preciso estar atento para que esse elemento saia como o esperado.

Na sequência, você verá tudo sobre o plano de sucessão e saberá como usá-lo da melhor maneira. Confira!

O que é esse processo?

O comando das áreas do estabelecimento é um dos aspectos responsáveis pelo sucesso. Ter as pessoas certas nos cargos adequados de liderança permite que o negócio chegue mais longe. Paralelamente, não dá para contar para sempre com os mesmos profissionais. Como as configurações mudam constantemente, é preciso desenvolver o plano de sucessão.

Ele consiste em um mapeamento completo que cria uma espécie de “banco” de possíveis sucessores para todos os níveis do empreendimento. Ou seja, ele determina quem pode substituir e como acontece a troca de líderes em vários pontos, como gerente, coordenador e até presidente.

Como as empresas aplicam o plano de sucessão?

Para colocá-lo em prática é preciso, primeiramente, realizar uma análise completa do cenário para entender a sua configuração. Nesse momento, é essencial esquematizar quais são os cargos mais importantes e que vão compor o planejamento. A ideia é compreender a relevância de cada posição e como elas influenciam os resultados.

Feito isso, o plano de sucessão começa a levantar os potenciais sucessores. No caso de um CEO, por exemplo, o vice-presidente pode ser o principal eleito para ocupar o cargo, se for necessário. Todos devem utilizar ferramentas de mapeamento de perfil, de modo a entender capacidades, interesses e potenciais.

É na sequência que o plano ganha corpo. Com os resultados, são definidas as sucessões. O que acontece se um gerente receber uma promoção ou sair da empresa? O documento apresenta todas essas características e indica como será feita a movimentação de posições.

Para garantir a implementação, é comum elaborar um processo de transição e preparação de lideranças desde já. Com as ações corretas, os colaboradores ficam prontos para ocupar o cargo sucessório, quando exigido. Em uma analogia, é como o aquecimento para os jogadores de futebol que estão no banco.

Assim que uma mudança se mostre necessária, o plano é usado de forma efetiva para direcionar as escolhas e ações.

Quais são os benefícios dessa iniciativa?

Um dos pontos mais importantes de um plano de sucessão é que ele é determinante para a continuidade do negócio. Com uma configuração estratégica bem definida para a ocupação de posições, é possível ter pessoas qualificadas nas funções adequadas. Isso melhora os resultados e aumenta a robustez.

É, ainda, uma alternativa que ajuda a evitar a vacância, principalmente em cargos executivos. Para se ter uma ideia, 47% dos donos de negócio com mais de 65 anos não têm um plano de carreira para a sucessão. Além disso, grande parte das empresas não têm candidatos viáveis para substituir o CEO, se necessário. Com o planejamento, esses problemas são solucionados.

Não menos importante, há um aumento na taxa de retenção de talentos, redução de custos com contratação e treinamento, e valorização dos profissionais internos. Tudo isso ajuda o estabelecimento a chegar mais longe.

Como vimos, o plano de sucessão é uma ferramenta poderosa e indispensável para que o negócio consiga se manter nos trilhos certos. Com a realização e a implementação por parte do RH, é capaz de oferecer diversos benefícios a empresa.

Está pensando em aplicar essa solução na sua empresa? Assine a nossa newsletter e receba outras ideias para melhorar o desempenho do seu empreendimento.

Qual a importância de criar um bom networking?

Qual a importância de criar um bom networking?

Construir bons relacionamentos é indispensável para qualquer pessoal. Na vida profissional, isso não é diferente: é preciso criar um bom networking.

Estar em meio a pessoas de sua área de atuação é importante por vários motivos. E alguns deles trazem vantagens inclusive para que você fortaleça sua reputação e nome no mercado.

Quer entender a importância dessa ação? Continue a leitura deste artigo e veja como desenvolver sua rede de contatos!

Criar um bom networking ajuda na troca de experiências e informações

Nada melhor do que se manter sempre atualizado a respeito das últimas tendências e exigências de seu setor. Estudar, ler e pesquisar são boas iniciativas para isso, é claro, mas criar um bom networking também.

Ao se cercar por profissionais que entendem do assunto e estão dispostos a dividir conhecimento e experiências com você, é possível aprender mais e ainda ampliar sua visão de mundo.

A interação para negociar é muito maior

Criar um bom networking também possibilita novas negociações e oportunidades de trabalho. Você pode encontrar pessoas que se interessam pelo seu trabalho ou que têm vontade de conhecer melhor o que você faz.

Além disso, ao desenvolver um elo de confiança, fica mais fácil receber boas propostas e fechar contratos. Você pode até mesmo conseguir novas oportunidades de trabalho e dar uma guinada em sua carreira.

Fica mais fácil descobrir seu verdadeiro potencial

Muitas vezes, não sabemos quão bons somos naquilo que fazemos. Acontece de não termos uma brecha para aplicarmos nossas habilidades e também é fácil permanecer estagnado e sem desafios para enfrentar quando nos sentimos acomodados.

Com um networking forte, isso dificilmente acontece. Pelo contrário, saber com quem se relacionar é uma forma de descobrir seu verdadeiro potencial. Converse com quem o inspira e com quem pode mostrar um novo caminho que esteja de acordo com seus objetivos e ambições.

É uma forma de fortalecer sua imagem profissional

Um profissional que consegue criar um bom networking fortalece sua imagem profissional. Isso porque ele circula nos locais certos e sabe manter diálogos sólidos e inteligentes com todos os tipos de perfis profissionais.

Além disso, ele também estrutura bem suas ideias, tem segurança para falar daquilo que sabe e é reconhecido pela desenvoltura. Nada melhor do que uma boa rede de contatos para ter a liberdade de ser quem é, sem medo de parecer errado, e deixar todas as inseguranças de lado.

Foque sempre em respeitar os outros profissionais como iguais e procure contribuir com a carreira deles, assim como eles contribuem com a sua.

Por fim, pode ser que você se depare com algumas pessoas com as quais não se identifica ou que possam soar negativas em seus feedbacks. Mas seja sempre educado e imparcial com todos e mantenha uma postura transparente. Todos devem ser respeitados e, aos poucos, você saberá selecionar quem manter mais perto de si.

Gostou de saber um pouco mais sobre este assunto? Aproveite e curta a nossa página no Facebook para acompanhar mais artigos e novidades.

5 hábitos diários de pessoas bem-sucedidas

5 hábitos diários de pessoas bem-sucedidas

Conviver com pessoas bem-sucedidas é inspirador. Você poderá transformar sua perspectiva a respeito de ações e atitudes, tanto na vida pessoal quanto profissional.

Mas essas pessoas só conseguiram chegar nessa posição porque são adeptas de alguns hábitos bastante específicos. A princípio, pode parecer difícil adotá-los, porém, são simples providências que, aos poucos, se mesclam com suas próprias características e qualidades.

Quer saber quais são esses 5 hábitos? Leia este artigo para descobrir.

1. Busque aprender sempre

Pessoas bem-sucedidas não são acomodadas. Pelo contrário, elas sempre têm disposição para aprender coisas novas diariamente e expandir suas habilidades.

Seja por meio de leituras, de cursos ou de novas oportunidades, seu objetivo deve ser agregar novos conhecimentos e aplicá-los em seu cotidiano. Foque em aprendizados que beneficiem você, mas também o meio coletivo em que atua.

2. Tenha uma rede de contatos com pessoas bem-sucedidas

É fundamental ter ao seu redor pessoas bem-sucedidas, que são inspiradoras e investem em metas parecidas com as suas. Afaste-se de influências negativas e maldosas, assim você consegue aproveitar melhor o seu tempo com as pessoas que interessam.

Lembre-se também do seguinte ditado: “se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo”. Importante frisar que é preciso demonstrar que você deseja construir relacionamentos sólidos e frutíferos e não apenas de interesses profissionais.

3. Aceite feedbacks

Uma pessoa bem-sucedida costuma ser aberta a feedbacks. Elas inclusive pedem orientações e conselhos ao longo de sua jornada como forma de crescimento pessoal e profissional. Isso deve ser feito rotineiramente, após grandes projetos ou durante planos importantes.

Aceite críticas e pense em maneiras de trabalhar pontos de melhoria. Compreenda seus erros e jamais tenha medo do fracasso, pois sempre é possível recomeçar e fazer diferente.

4. Enfrente seus medos

Com certeza, você tem algumas ambições. Mas para alcançá-las, é fundamental deixar o medo de lado e seguir em frente de cabeça erguida. Não é possível ter em mãos algo grandioso se você tem medo de mudar ou de fazer o que for preciso para isso.

De fato, deixar o sentimento de lado pode não ser muito fácil e ainda exigir alguns sacrifícios. Mas as pessoas bem-sucedidas estão dispostas a enfrentar os medos e encarar as suas inseguranças.

5. Leve uma vida saudável

Acredite, para ser bem-sucedido, é indispensável que você leve uma vida saudável. Durma bem, pratique exercícios físicos e mantenha uma alimentação equilibrada. Evite beber muito café e passe um tempo com sua família.

Fazer um pouco disso no dia a dia ajuda a amenizar as dificuldades e dá mais força para que você enfrente desafios. Você só consegue evoluir se seu corpo e sua mente estiverem bem. Então, não deixe de cuidar de si.

Viu só como é possível adotar hábitos de pessoas bem-sucedidas e transformar de vez a sua rotina? Não é preciso colocar tudo em prática de uma vez e se sobrecarregar. Aos poucos, tente inserir esses hábitos, porque a mudança também é gradual. Esse é um processo evolutivo, conforme você for avançando na jornada, também terá mais motivação para continuar seguindo.

Já começou a implantar esses hábitos? Não deixe de assinar nossa newsletter para receber outros artigos incríveis em seu e-mail!

O que muda com a reforma trabalhista?

O que muda com a reforma trabalhista?

A nova reforma trabalhista está em vigor há algum tempo. Contudo, pouca gente realmente entende o que mudou para os trabalhadores de nosso país.

As mudanças não foram poucas, mas objetivam uma legislação mais flexível. Inclusive para facilitar contratações e corrigir falhas que interferiam na plena execução dos direitos da classe.

Mais de cem pontos foram alterados. Com a leitura deste artigo, você tem uma visão explicativa dos principais, para entender o que realmente está diferente. Confira!

Os acordos coletivos na nova reforma trabalhista

Na reforma trabalhista atual, acordos coletivos podem se sobrepor à lei mesmo com menos benéficos. Propostas para regulamentar jornadas de trabalho, planos de carreira e licenças específicas são aceitas ainda que estejam além do que a CLT oferece.

Antes, nada disso era permitido. É importante apenas que essas questões respeitem a jornada limite de 48 horas semanais e 220 horas por mês.

As jornadas parciais e férias

Agora, as jornadas parciais contemplam até 30 horas semanais sem horas extras ou 26 horas das semanas somadas a até 6 horas extras. Até então, sem hora extra, apenas 25 horas semanais eram liberadas por lei.

Com a reforma trabalhista, as férias também poderão ser divididas em até três vezes, desde que nenhum desses intervalos seja inferior a cinco dias. Pelo menos um deles deve se estender para mais de 14 dias. Anteriormente, esse parcelamento se dava em apenas duas vezes, com períodos sempre superiores a dez dias.

A contribuição sindical e as leis para autônomos

A contribuição sindical agora não exige mais qualquer obrigatoriedade. Somente aqueles que autorizarem o desconto anual lidarão com a cobrança, que era feita de forma automática.

As empresas estão autorizadas também a contratar autônomos, ainda que haja relação de exclusividade ou continuidade das atividades prestadas. O vínculo empregatício é inexistente, algo que não acontecia antes da nova reforma.

O trabalho intermitente e almoço

Contratos em que o trabalho não é contínuo são aceitos em qualquer instância. É preciso convocar o trabalhador com pelo menos três dias de antecedência e sua remuneração será por hora, nunca menor ao valor da hora aplicado para o salário mínimo.

A CLT antiga não permitia esse vínculo. Que agora, de maneira justa, prevê ao contratado férias, FGTS e 13º salário proporcionais. Outro adendo que beneficia o trabalhador é que o horário de almoço oferece um período obrigatório. Ele pode ser reajustado ou descontado, desde que em consenso entre empresa e colaborador.

As ações judiciais

Trabalhadores que não comparecerem a audiências ou que não ganharem determinadas ações judiciais precisam pagar custos e honorários da parte contrária. Se o juiz determinar que houve má-fé no processo, multas e pagamentos de indenizações estão previstas.

Ações por danos morais ou ofensas graves por parte de empregadores são de no máximo 50 vezes o último salário em contrato do trabalhador. Para completar, todos os valores deveram ser descritos minuciosamente na petição inicial.

Pronto! Agora você já está por dentro das últimas exigências e mudanças trazidas pela reforma trabalhista e pode conquistar seu novo emprego com tranquilidade e segurança. Se precisar de ajuda, conte conosco: acesse nosso site para mais informações sobre os serviços que prestamos!

5 livros para quem busca uma recolocação profissional

5 livros para quem busca uma recolocação profissional

A recolocação profissional pode acontecer seja devido a uma demissão inesperada ou ao desejo de mudar de área. Muitas pessoas precisam enfrentar esse processo, que pode ser auxiliado por um especialista ou não, mas ambos os casos exigem foco e dedicação.

Revisar currículo, se preparar para entrevistas e aperfeiçoar o networking são alguns métodos que contribuem bastante com a adaptação para este momento. Contudo, a leitura de alguns materiais também pode esclarecer muitas dúvidas.

Quer algumas dicas de livros para quem precisa de uma nova oportunidade? Siga essa lista, trabalhe suas habilidades e boa sorte!

1. Voltando ao Mercado de Trabalho, Marcos Hoepner

Retomar o ânimo diante da necessidade de recolocação profissional pode ser bem difícil. Contudo, por mais que pareça, não é o fim do mundo.

Este livro de Marcos Hoepner mostra exatamente isso, além de elencar técnicas e comportamentos para facilitar a busca por um novo emprego. Ele possui informações para incentivar uma nova fase tranquila e consciente, que valorize suas qualidades enquanto colaborador de uma empresa.

2. Vença o Tigre, Jim Lawless

É natural que, junto ao desemprego, estejam o medo e a insegurança. Mas você não deve deixar a negatividade interferir em seus próximos passos.

Não sabe onde buscar forças para combater qualquer pensamento ruim e deseja entender como desenvolver todo seu potencial para encontrar um lugar no mercado? Este livro esclarece estes e outros pontos, mostrando também que mais do que a concorrência e o cenário econômico, somos responsáveis por nossa própria motivação.

3. Carreira. Planejamento e Gestão, José Antônio Rosa

Para uma linguagem mais simples e objetiva, este exemplar é a melhor alternativa. Nele, é possível estudar estratégias e técnicas para se posicionar no mundo dos negócios e alcançar seus objetivos.

Na recolocação profissional, mais do que nunca é importante saber onde você quer chegar e o que fazer para executar seu plano. Portanto, use este guia ao máximo para se aprofundar em métodos que tragam realização, tanto no trabalho quanto na vida.

4. Foco, Daniel Goleman

Muitas vezes a recolocação profissional mexe com nossas emoções. Afinal, é um momento crítico, que gera preocupação e nos deixa vulneráveis ao que nos espera pela frente.

Com este material, você entenderá de uma forma quase científica sobre como enfrentar o problema e outros impasses. Aprenderá também como um bom autoconhecimento, foco e raciocínio ajudarão a assegurar uma nova vaga de emprego.

5. O Poder do Hábito, Charles Duhigg

A falta de oportunidades pode levar à inércia. Algo que só traz mais desânimo e procrastinação para sua vida. Tais características não fazem nada bem para quem precisa se recolocar no mercado de trabalho.

Com este livro, você verá que não é complicado criar hábitos para seu dia a dia. Conhecerá, também, a postura de líderes em relação a essa transformação e se sentirá muito mais inspirado a recomeçar, para fazer sempre mais e melhor.

E então, gostou dessas indicações de livros para quem busca recolocação profissional? Compartilhe esse post nas suas redes sociais para ajudar outras pessoas com os mesmos objetivos que você.

3 critérios para promoção de colaboradores

3 critérios para promoção de colaboradores

A perspectiva de subir na carreira se destaca entre os principais fatores motivacionais nas empresas. Porém, nem sempre o gestor tem total certeza quanto à quais funcionários devem ser promovidos.

Além disso, ao decidir pela promoção de colaboradores, é necessário alinhar os perfis às demandas das vagas disponíveis. Também identificar habilidades e competências dos funcionários, a fim de aumentar as chances de acertar na escolha.

Prossiga a leitura e veja aspectos a ponderar na hora de resolver quem vai subir de posição no time!

1. Grau de competência

Ao analisar a promoção de colaboradores, considere o grau de competência dos candidatos à vaga. Veja que, sem os conhecimentos indispensáveis à execução das novas atribuições, o funcionário não será capaz de entregar os resultados esperados.

Por isso, ao verificar os perfis, lance foco na formação acadêmica e nos cursos de qualificação realizados. Considere, ainda, o tipo de experiência do colaborador, geralmente expresso pelo seu tempo de trabalho em determinada função.

2. Perfil do colaborador

O processo de promoção dos colaboradores precisa abranger a verificação da postura pessoal dos candidatos. Esse critério é essencial à percepção de o candidato ter a conduta apropriada para assumir a nova função.

Para estar à frente de uma equipe, por exemplo, é fundamental possuir habilidade para o relacionamento interpessoal. A imagem desse colaborador perante a equipe é outro ponto de máxima relevância, bem como sua capacidade de resolver problemas e assumir responsabilidades.

3. Nível de proatividade

Ao determinar quem vai ser promovido, é imprescindível notar os perfis que demonstram iniciativa. Essa atenção deve se voltar aos mais focados em soluções e que realmente vistam a camisa da empresa.

Tais indicadores apontam colaboradores com características valiosas para a empresa, por isso, merecem ser especialmente considerados. Afinal, reconhecimento faz parte da retenção dos talentos, imprescindível para a organização formar — e manter — uma equipe apta a impulsionar a empresa.

Ao considerar esses critérios para promoção de colaboradores, não raro acontece de um excelente funcionário não satisfazer a todos os aspectos. Entretanto, suas condutas, a sinergia com os demais membros da equipe e a confiança conquistada perante os superiores apontam para uma promoção.

Ao identificar tal situação, pode ser vantajoso investir no desenvolvimento do colaborador. Afinal, apostar em quem veste a camisa da empresa serve de incentivo para o time, que vai trabalhar mais motivado ao perceber o reconhecimento por parte da organização.

Conheça, agora, as soluções que a Employability tem para oferecer à sua empresa!

Estagiário ou trainee? Qual a melhor opção para a empresa?

Estagiário ou trainee? Qual a melhor opção para a empresa?

Algumas pessoas frequentemente confundem os termos estágio e trainee, tratando os dois como se fossem sinônimos.

Apesar de existirem sim semelhanças entre as duas ocupações, elas também possuem diferenças e não devem ser consideradas a mesma coisa. Se você quer entender melhor a diferença entre um estagiário ou trainee, continue lendo este artigo.

O que é um estagiário?

Antes de distinguir os dois cargos, é importante trazer uma definição dos dois termos separadamente, começando pelo estagiário. Diferente do estereótipo construído em cima desse profissional, um estagiário não deve ser um “faz tudo”.

O período de estágio serve para que o estudante matriculado no ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental coloque em prática a teoria ensinada dentro da sala de aula.

Ou seja, no ambiente de trabalho, ele deve ser visto como um aprendiz e não como mão de obra barata, como frequentemente acontece. Segundo a Lei do Estágio (Lei Nº 11.788, de 25 de Setembro de 2008), norma que rege esse tipo de relação, a carga horária máxima de trabalho do estagiário deve ser 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais. Além disso, ele pode ou não ser remunerado.

Outra particularidade do estágio é que, quando a empresa cumpre exatamente as normas prescritas na lei específica do estágio, não há vínculo empregatício nessa relação.

O que é um trainee?

Agora é importante definir o conceito do profissional trainee. No Brasil, os profissionais trainee são como profissionais “em treinamento”. Por isso, pessoas contratadas para esse cargo normalmente estão cursando o ensino superior ou acabaram de pegar o diploma. E, após o período de trainee, são contratadas para os cargos regulares.

Por exemplo, um trainee de desenvolvimento de software, passado o período do programa de trainee, é promovido a desenvolvimento de software.

Os trainees possuem vínculo empregatício com a empresa. Entretanto, os salários para esse cargo são menores em comparação aos demais funcionários. Isso porque estão em fase de aprendizado e treinamento, portanto, em regra, as responsabilidades exigidas são menores também.

Quanto a carga horária do trainee, também não existe uma exigência especial. Esses funcionários submetem-se a regra discriminada na Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT), máximo de 44 horas semanais.

O funcionário trainee deve ser, obrigatoriamente, remunerado. Assim como qualquer outro trabalho. E, por último, no Brasil, os programas de trainee mais famosos são os das empresas Unilever, Gerdau, Nestlé e Ambev.

Estagiário ou Trainee? Qual a melhor opção para a empresa?

Para escolher entre o estagiário ou Trainee, a empresa deve ter em mente que ambos exigem um tutor. Ou seja, um responsável por monitorar o profissional ou estudante durante todas as tarefas executadas.

Além disso, se a empresa tem a pretensão de contar com um funcionário durante um longo período de tempo, é melhor escolher pelo Trainee. Os contratos de estágio não devem exceder o período de 2 anos.

Essa é uma decisão que deve ser ponderada levando em conta as necessidades da empresa e a disponibilidade financeira também. Mas não só isso: o estagiário deve ter todo o suporte para realmente aprender no ambiente de trabalho. Afinal, em caso de descumprimento da Lei do Estágio, poderá ser caracterizado como vínculo empregatício, e aí o prejuízo pode ser grande.

Se você gostou de entender melhor os cargos de estagiário ou trainee, lembre-se de compartilhar este artigo. Está em busca de recolocação profissional ou conhece alguém que está? Os serviços de assessoria da Employability podem aumentar as chances de fazer qualquer carreira decolar.

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